A utilização de tecnologias no âmbito das Energias Limpas, ou seja eficiência energética e energias renováveis tem crescido enormemente nas últimas décadas.
Tecnologias, consideradas no passado como exóticas, estão agora disponíveis no mercado, representando alternativas economicamente viáveis aos sistemas baseados na utilização de combustíveis fósseis com todos os problemas associados, nomeadamente no que concerne à emissão de gases com efeito de estufa.

Bruxelas propõe duplicar para 2020 a quota de renováveis

O Plano Europeu Estratégico de Energia propõe que uma quinta parte de toda a energia seja gerada por renováveis no ano 2020. Estes 20% de quota implicaria mais que duplicar os actuais 8,5%. Os planos de Bruxelas contemplam ainda uma plataforma de negociação de renováveis entre os países.
O Plano Europeu Estratégico de Energia propõe que uma quinta parte de toda a energia seja gerada por renováveis no ano 2020. Estes 20% de quota implicaria mais que duplicar os actuais 8,5%. Os planos de Bruxelas contemplam ainda uma plataforma de negociação de renováveis entre os países.
Para conseguir estes objectivos, a Comissão Europeia planeia que os estados-membros aumentem em cerca de 5,75% a quota de energias renováveis. O resto do aumento irá chegar por via do crescimento económico esperado, e de uma plataforma de negociação que permitirá aos países exportar energia renovável.

A Comissão Europeia propõe ainda um plano para as tecnologias energéticas para assegurar um futuro com baixo nível de emissões de carbono.
Bruxelas acredita que "as tecnologias energéticas serão cruciais para lutar com êxito contra as alterações climáticas e garantirem a segurança do abastecimento energético na Europa e no mundo", de acordo com um comunicado da CE.
O plano estratégico para as tecnologias energéticas (plano SET) visa assim lançar uma nova agenda para a investigação no domínio da energia.

A Comissão considera que "a Europa terá de reduzir o custo das energias não poluentes e ajudar as empresas da UE a posicionarem-se no sector das tecnologias de reduzida intensidade carbónica".
Fonte: Jornal de Negócios Online

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