A utilização de tecnologias no âmbito das Energias Limpas, ou seja eficiência energética e energias renováveis tem crescido enormemente nas últimas décadas.
Tecnologias, consideradas no passado como exóticas, estão agora disponíveis no mercado, representando alternativas economicamente viáveis aos sistemas baseados na utilização de combustíveis fósseis com todos os problemas associados, nomeadamente no que concerne à emissão de gases com efeito de estufa.

NOVAS TECNOLOGIAS ENERGÉTICAS

Em Dezembro de 2007, a revista CORDI FOCUS da Comunidade Europeia salienta que a Comunidade Europeia apela para o esforço conjunto dos países da Comunidade para promoverem um plano para estimular a pesquisa das novas tecnologias de forma a diminuir a emissão de carbono para a atmosfera, com as consequentes alterações climáticas.
De facto, os recursos imperativos que permitem desenvolver o projecto individual de vida são a água potável, o ar respirável e um sentido para a existência.

Os diversos tipos de energias alternativas estão a mobilizar os recursos naturais de formas peculiares nas diversas regiões. A Região Norte de Portugal caracteriza-se pela possibilidade de implementar os diversos tipos de energias alternativas como a eólica, a fotovoltaica e a bioenergética.
Ao nível dos locais litorais é possível implementar a energia das marés.
Afirma-se neste artigo que é urgente que ocupemos a liderança mundial no domínio das tecnologias de fraco teor em carbono, o que exige que a Europa se organize para tal. O Conselho Europeu para as Energias Renováveis, o EREC, saúda a ideia das novas indústria europeias que se propõem controlar o sector da "chaufage" e da climatização, conforme o salienta Olivier Shafer, da Comissão Europeia.
A Região Norte, considerada entre as bacias hidrográficas dos rios Minho e Douro, reúne todas as condições para assumir este desafio da Comunidade Europeia e desenvolver a estratégia já iniciada com as energias eólica e a fotovoltaica.
Deste modo penso ser fundamental que o poder locar dos conselhos desta região devem ser mobilizados para se implementar as novas tecnologias energéticas, mesmo antes de se promover a regionalização.
Nuno Grande escreve no JN, quinzenalmente, às quintas-feiras

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